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Prepare-se para seu exame

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Após sua secreção, a testosterona circula no organismo sob três formas:

  1. Livre (não ligada) – corresponde à fração biologicamente ativa;
  2. Fracamente ligada à albumina – pode dissociar-se rapidamente e também é considerada ativa;
  3. Fortemente ligada à SHBG – forma inativa biologicamente.

A soma da testosterona livre e da fracamente ligada à albumina compõe a testosterona biodisponível, considerada o melhor indicador da fração hormonal efetivamente ativa no tecido.
A avaliação é útil em:

  • Diagnóstico e acompanhamento de hipogonadismo,
  • Avaliação de distúrbios androgênicos,
  • Situações com alterações de SHBG,
  • Investigação endócrina feminina (ex.: SOP).

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento de identificação com foto e carteira do convênio.
Informar todos os medicamentos em uso (inclusive pomadas, cremes ou implantes hormonais).
Mulheres devem informar uso de anticoncepcional.
Informar dia e horário da última medicação.

Preparo: Jejum não obrigatório.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Corresponde à soma da testosterona livre e da fração fracamente ligada à albumina, sendo considerada a verdadeira fração hormonal metabolicamente ativa.
É indicada em situações em que a testosterona total isolada pode ser enganosa, como:

  • Alterações na SHBG,
  • Hipogonadismo,
  • Disfunções androgênicas,
  • Avaliação hormonal feminina.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio.
Informar medicamentos em uso (inclusive tópicos).
Mulheres: informar uso de anticoncepcional.
Informar dia e hora da última medicação.

Preparo: Jejum não obrigatório.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Após secreção, a testosterona circula em três formas:

  1. Livre, não ligada (biologicamente ativa),
  2. Fracamente ligada à albumina (considerada parte da fração biodisponível),
  3. Fortemente ligada à SHBG (sem atividade biológica).

A soma da testosterona livre e da fracamente ligada é chamada de testosterona biodisponível.
A testosterona livre calculada é útil na avaliação de:

  • Distúrbios androgênicos,
  • Alterações de SHBG,
  • Hipogonadismo masculino,
  • Síndrome dos ovários policísticos,
  • Avaliação endócrina feminina.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio.
Informar todos os medicamentos em uso (inclusive cremes, pomadas hormonais).
Mulheres: informar uso de anticoncepcional.
Informar dia e horário da última medicação.

Preparo: Jejum não obrigatório.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Avaliação da imunidade contra o Clostridium tetani, agente etiológico do tétano — infecção grave causada pela toxina tetânica, transmitida pela penetração do agente através de ferimentos.
O exame mede os níveis de anticorpos protetores IgG, sendo útil para:

  • Avaliação do estado vacinal,
  • Necessidade de reforço,
  • Investigação em casos suspeitos.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum obrigatório de 8 horas.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Exame utilizado para diagnóstico rápido de criptococose, especialmente em pacientes imunodeprimidos, como portadores de AIDS e neoplasias.
O Cryptococcus é uma levedura encapsulada. A infecção geralmente inicia-se por via pulmonar, sendo assintomática em imunocompetentes, mas podendo se disseminar em imunossuprimidos para:

  • SNC (meningites e meningoencefalites),
  • Ossos,
  • Rins,
  • Fígado,
  • Pele,
  • Outros órgãos.

A pesquisa direta com tinta da China permite visualização da cápsula do fungo em:

  • Líquor,
  • Escarro,
  • Lavado brônquico,
  • Lavado broncoalveolar.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Procedimento médico.
Tipo de material: Líquor.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Exame útil na avaliação de imunodeficiências, incluindo alterações nos linfócitos T auxiliares (CD4) e T citotóxicos/supressores (CD8).
É fundamental no acompanhamento de pacientes com HIV/AIDS, pois o vírus HIV apresenta tropismo para as células CD4, levando à redução progressiva de sua contagem e do índice CD4/CD8, parâmetro essencial para avaliação do estado imunológico e decisão terapêutica.

O exame também auxilia na investigação de:

  • Imunodeficiências congênitas dos linfócitos B (gamaglobulinemias),
  • Imunodeficiências combinadas (deficiência de imunidade humoral e celular).

Orientações gerais:
O paciente deve apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.
Coletas realizadas somente de segunda a quinta-feira.

Preparo: Jejum não obrigatório.
Tipo de material: Sangue total (EDTA).

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A tireoglobulina é uma glicoproteína produzida pelas células foliculares da tireoide, compondo a maior parte do colóide intrafolicular. Seus níveis séricos variam conforme o estado funcional e estrutural da glândula.

Níveis elevados podem ocorrer em:

  • Tireoidites,
  • Carcinomas da tireoide (papilífero, folicular e misto),
  • Hipertireoidismo,
  • Manipulação física da glândula (ex.: palpação vigorosa),
  • Estímulo por TRH ou TSH.

Níveis reduzidos:

  • Após administração de hormônio tireoidiano (terapia supressiva).

A tireoglobulina é um marcador tumoral fundamental após tireoidectomia total para câncer de tireoide, auxiliando no diagnóstico de recorrência ou persistência tumoral.

A presença de anticorpos anti-tireoglobulina interfere na mensuração, podendo reduzir artificialmente os valores. Assim, níveis não detectáveis não excluem recidiva quando há Anti-Tg positivo.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio.
Informar medicamentos em uso.
Se mulher, informar gravidez ou uso de anticoncepcionais.
Informar se já realizou cirurgia de tireoide, quando foi realizada e quando fez o exame pela última vez.

Preparo: Jejum não obrigatório.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Os anticorpos anti-tireoglobulina (Anti-Tg) estão presentes em:

  • Tireoidite de Hashimoto (principalmente),
  • Doença de Graves (em menor frequência),
  • Indivíduos sem doença tireoidiana clinicamente evidente (fenômeno autoimune isolado).

Esses anticorpos não determinam a função tireoidiana, mas são fundamentais porque interferem na dosagem da tireoglobulina, levando à subestimativa dos valores quando presentes.
Por isso, sempre que se dosa tireoglobulina, realiza-se simultaneamente a pesquisa de Anti-Tg.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento de identificação com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum desejável de 4 horas.
Tipo de material: Soro

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
(Não fornecida no texto original. Mantive a seção apenas como preparação orientada.)

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento de identificação com foto e carteira do convênio. Informar todos os medicamentos em uso.
Coletar preferencialmente antes da próxima dose do topiramato ou conforme orientação médica.

Preparo: Jejum desejável de 8 horas ou conforme orientação médica.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Toxocara canis é um nematoide com ciclo semelhante ao de Ascaris lumbricoides. No Brasil, sua incidência é estimada em cerca de 3,6%. A infecção pode ser assintomática ou manifestar-se em duas formas principais:

  1. Forma visceral (Larva migrans visceral)

Mais comum em crianças, podendo apresentar:

  • Febre,
  • Hepatomegalia,
  • Eosinofilia,
  • Hipergamaglobulinemia.
  1. Forma ocular (Larva migrans ocular)

Caracteriza-se por:

  • Diminuição da acuidade visual,
  • Dor ocular,
  • Estrabismo,
  • Achados fundoscópicos como uveíte, endoftalmite e catarata.

A forma ocular é diagnóstico diferencial importante de retinoblastoma. Muitos pacientes com toxocaríase ocular apresentam títulos séricos baixos ou até negativos, devido ao compartimento imunológico específico do olho.

A sensibilidade da sorologia é:

  • 78% nas formas viscerais,
  • 73% na forma ocular.

A presença de anticorpos IgG não implica infecção ativa, pois pode refletir exposição prévia. Reações falso-positivas podem ocorrer em:

  • Ascaridíase,
  • Esquistossomose,
  • Filariose.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento de identificação com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum obrigatório de 8 horas.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Toxocara canis é um nematoide responsável pela toxocaríase, cuja transmissão ocorre principalmente por ingestão acidental de ovos presentes no solo contaminado com fezes de cães. Crianças são o grupo de maior risco, especialmente pela exposição ao ambiente e pela maior probabilidade de ingestão de terra/areia contaminada.

Após ingestão, as larvas eclodem no intestino humano e podem migrar para:

  • fígado, pulmões e outros órgãos → toxocaríase visceral;
  • sistema nervoso central e olhos → toxocaríase ocular.

Os danos são causados tanto pela migração larvária quanto pela resposta inflamatória local.

Sintomas possíveis:

  • Febre,
  • Perda de peso e desnutrição,
  • Hepatoesplenomegalia,
  • Exantema,
  • Alterações respiratórias,
  • Manifestações oculares ou neurológicas,
    dependendo dos órgãos acometidos.

A detecção de IgM auxilia na identificação de infecção recente.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum obrigatório de 8 horas.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A toxoplasmose é uma infecção de distribuição universal causada pelo protozoário intracelular Toxoplasma gondii. Em indivíduos imunocompetentes, a infecção aguda costuma ser assintomática, mas pode manifestar-se como doença sistêmica ou ocular (uveíte posterior).

O diagnóstico é realizado, predominantemente, por testes sorológicos, uma vez que pacientes com imunossupressão grave podem não produzir anticorpos, resultando em exames falsamente negativos.

Perfil sorológico:

  • IgM: surge aproximadamente 1 semana após o início dos sintomas.
  • IgG: detectada após cerca de 2 semanas, com pico em 8 semanas, podendo persistir por toda a vida.

Interpretações importantes:

  • IgM positiva sem IgG → repetir IgG em 2–3 semanas para avaliar soroconversão (confirma infecção aguda).
  • Ausência de soroconversão → geralmente indica falso-positivo de IgM.
  • Testes negativos com forte suspeita clínica → repetir em 3 semanas.
  • A presença isolada de IgG reativa indica exposição prévia.
  • Teste de avidez da IgG deve ser usado para diferenciar infecção recente de antiga:
    • Alta avidez → exclui infecção < 4 meses;
    • Baixa avidez → sugere infecção recente, embora possa persistir por meses.

Situações especiais:

  • Em gestantes, recomenda-se avaliação sequencial com IgM + IgG + avidez, seguindo o protocolo do pré-natal brasileiro.
  • Em alguns casos, pode ser necessária amniocentese com PCR para descartar infecção congênita.
  • Recém-nascidos podem apresentar IgG positiva por até 18 meses, devido à transferência transplacentária; IgM não atravessa a placenta e é indicador útil de infecção neonatal.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento de identificação com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum não obrigatório.
Tipo de material: Soro ou plasma (EDTA / citrato / heparina).

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A toxoplasmose é causada pelo parasita Toxoplasma gondii, de distribuição universal.
Em imunocompetentes, a infecção aguda costuma ser assintomática, mas pode manifestar-se como doença sistêmica ou ocular (uveíte posterior).

O diagnóstico da infecção aguda é feito principalmente por testes sorológicos, com algumas considerações:

Perfil sorológico típico:

  • IgM: surge cerca de 7 dias após início dos sintomas.
  • IgG: detectável após 2 semanas, com pico em 8 semanas, podendo persistir por toda a vida.

Interpretações importantes:

  • IgM positiva isolada → repetir IgG em 2–3 semanas para avaliar soroconversão.
  • Se não houver soroconversão, geralmente trata-se de falso-positivo.
  • Teste negativo com forte suspeita clínica → repetir em 3 semanas.
  • Testes podem detectar IgM residual por meses, exigindo avaliação conjunta de:
    • IgG,
    • Teste de avidez de IgG (alta avidez exclui infecção < 4 meses),
    • Testes sequenciais.

A baixa avidez geralmente indica infecção recente, mas pode persistir por meses, reduzindo sua utilidade isolada.

Situações especiais:

  • Gestação: necessária avaliação combinada (IgM + IgG + avidez) com sorologias seriadas.
  • Neonatos: IgG pode ser materna e persistir até 18 meses; IgM não atravessa a placenta, sendo útil no diagnóstico de infecção congênita.
  • Em imunossuprimidos: testes sorológicos podem ser falsamente negativos.
  • Em alguns casos, pode ser necessária amniocentese com PCR para DNA do parasita.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum não obrigatório.
Tipo de material: Soro ou plasma (EDTA / citrato / heparina).

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A TGP (ALT) é uma enzima predominantemente hepática e sensível na detecção de lesão hepatocelular, sendo geralmente mais elevada que TGO nas hepatites e esteatose hepática.

Causas comuns de elevação:

  • Hepatites virais,
  • Alcoolismo,
  • Hepatite autoimune,
  • Esteatose e esteato-hepatite não alcoólica,
  • Hemocromatose,
  • Doença de Wilson,
  • Deficiência de alfa-1-antitripsina,
  • Doença celíaca.

Outros fatores:

  • Elevações importantes (20–100× o limite) podem ocorrer em doenças agudas sem pior prognóstico.
  • Elevações leves e persistentes aparecem em doenças crônicas como cirrose.
  • Drogas e fitoterápicos podem elevar TGO/TGP: AINES, anticonvulsivantes, antibióticos, hipolipemiantes, hipoglicemiantes, antihipertensivos, tuberculostáticos.
  • Atividade física intensa antes da coleta pode elevar TGP transitoriamente.
  • Hemólise pode gerar aumento falso.

Embora chamadas de “enzimas hepáticas”, TGP e TGO também estão presentes em:
miocárdio, musculatura esquelética, rins, pâncreas e hemácias.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum obrigatório de 8 horas.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A transferrina é a principal proteína transportadora de ferro, sintetizada no fígado, migrando na fração beta-1 na eletroforese.
É útil para diagnóstico e acompanhamento de anemias.

Comportamento clínico:

  • Aumenta em deficiência de ferro, hemorragias agudas, uso de estrógenos e gravidez (↑ 30–50%).
  • Diminui em inflamações crônicas, neoplasias, hemocromatose, infecções agudas e hipoproteinemia.

A síntese hepática de transferrina é inversamente proporcional ao ferro sérico.
A dosagem por imunoensaio apresenta boa correlação com a capacidade total de ligação do ferro.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum não obrigatório.
Tipo de material: Soro.