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Prepare-se para seu exame

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

 

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo:

  • Coletar preferencialmente a 1ª urina da manhã, ou após 4 horas sem urinar;
  • Higienizar a genitália;
  • Desprezar o 1º jato e coletar o jato médio;
  • Se coletado em casa, entregar ao laboratório em até 1 hora.

Tipo de material: Urina recente.

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.
Para crianças até 10 anos: informar peso e altura.

Preparo:

  • Coletar urina de 24 horas;
  • Desprezar a 1ª urina; coletar todas as demais inclusive a 1ª do dia seguinte;
  • Manter refrigerado desde o início.

Tipo de material: Urina de 24 horas.

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A proteína S é uma glicoproteína dependente de vitamina K, produzida no fígado, e atua como cofator da proteína C ativada na inativação dos fatores V e VIII.
Apenas a fração livre é funcional.

Deficiência hereditária de proteína S → estado de hipercoagulabilidade com risco aumentado de trombose venosa.

Classificação da deficiência (heterozigotos):

  • Tipo I: níveis totais e livres diminuídos (atividade reduzida).
  • Tipo II: níveis normais, atividade diminuída (raro).
  • Tipo III: níveis totais normais, proteína S livre reduzida.

Níveis diminuídos em:

  • Doença hepática,
  • Doenças inflamatórias,
  • Uso de anticoagulantes,
  • Gravidez e terapia estrogênica,
  • Eventos agudos (trombose, cirurgia, infecção).

Recém-nascidos (a termo ou prematuros): níveis baixos, normalizando entre 90–180 dias.

Se paciente usa anticoagulante oral → esperar 30 dias após suspensão para medir proteína S.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum obrigatório de 8 horas.
Tipo de material: Plasma citratado.

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Exame utilizado na avaliação do estado nutricional, investigação de edemas, doenças hepáticas, doenças inflamatórias e gamopatias.

Proteínas totais aumentadas em:

  • Desidratação,
  • Doenças hepáticas,
  • Neoplasias,
  • Mieloma múltiplo,
  • Macroglobulinemia de Waldenström,
  • Hanseníase,
  • Leishmaniose,
  • Doenças granulomatosas,
  • Colagenoses,
  • Uso de corticoides, digitálicos, furosemida, anticoncepcionais.

Proteínas totais diminuídas em:

  • Gravidez,
  • Cirrose,
  • Insuficiência cardíaca,
  • Síndrome nefrótica,
  • Enteropatias perdedoras de proteínas,
  • Desnutrição,
  • Hipertireoidismo,
  • Queimaduras,
  • Doenças crônicas,
  • Uso de carvedilol e laxantes.

A albumina, a proteína mais abundante, é produzida pelo fígado e tem meia-vida de 15 a 19 dias. A relação albumina/globulina deve ser ≥ 1.

Hemólise pode causar elevações falsas.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum não obrigatório (se houver jejum, não exceder 12 horas, pois valores podem diminuir).
Tipo de material: Soro.

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A dosagem de proteínas totais em líquidos biológicos (como líquor, derrames pleurais, ascites etc.) auxilia na avaliação de condições inflamatórias, infecciosas e neoplásicas.

Níveis aumentados ocorrem em:

  • Hemorragia subaracnoide,
  • Meningites,
  • Uremia,
  • Síndrome de Cushing.

Níveis diminuídos ocorrem em:

  • Pseudotumor cerebral,
  • Hipertireoidismo,
  • Punções lombares repetidas.

A presença de sangue no líquor aumenta a proteína proporcionalmente:
➡️ aproximadamente 1 mg/dL para cada 1.000 hemácias.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum não obrigatório. Procedimento médico.
Tipo de material: Líquidos corporais.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

 

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo:

  • Coletar preferencialmente a 1ª urina da manhã, ou após 4 horas sem urinar;
  • Higienizar a genitália;
  • Desprezar o 1º jato e coletar o jato médio;
  • Se coletado em casa, entregar ao laboratório em até 1 hora.

Tipo de material: Urina recente.

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.
Para crianças até 10 anos: informar peso e altura.

Preparo:

  • Coletar urina de 24 horas;
  • Desprezar a 1ª urina; coletar as demais, inclusive a 1ª do dia seguinte;
  • Manter refrigerado desde o início.

Tipo de material: Urina de 24 horas

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A proteína S é uma glicoproteína dependente de vitamina K, produzida no fígado, e atua como cofator da proteína C ativada na inativação dos fatores V e VIII.
Apenas a fração livre é funcional.

Deficiência hereditária de proteína S → estado de hipercoagulabilidade com risco aumentado de trombose venosa.

Classificação da deficiência (heterozigotos):

  • Tipo I: níveis totais e livres diminuídos (atividade reduzida).
  • Tipo II: níveis normais, atividade diminuída (raro).
  • Tipo III: níveis totais normais, proteína S livre reduzida.

Níveis diminuídos em:

  • Doença hepática,
  • Doenças inflamatórias,
  • Uso de anticoagulantes,
  • Gravidez e terapia estrogênica,
  • Eventos agudos (trombose, cirurgia, infecção).

Recém-nascidos (a termo ou prematuros): níveis baixos, normalizando entre 90–180 dias.

Se paciente usa anticoagulante oral → esperar 30 dias após suspensão para medir proteína S.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum obrigatório de 8 horas.
Tipo de material: Plasma citratado.

local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Exame utilizado na avaliação do estado nutricional, investigação de edemas, doenças hepáticas, doenças inflamatórias e gamopatias.

Proteínas totais aumentadas em:

  • Desidratação,
  • Doenças hepáticas,
  • Neoplasias,
  • Mieloma múltiplo,
  • Macroglobulinemia de Waldenström,
  • Hanseníase,
  • Leishmaniose,
  • Doenças granulomatosas,
  • Colagenoses,
  • Uso de corticoides, digitálicos, furosemida, anticoncepcionais.

Proteínas totais diminuídas em:

  • Gravidez,
  • Cirrose,
  • Insuficiência cardíaca,
  • Síndrome nefrótica,
  • Enteropatias perdedoras de proteínas,
  • Desnutrição,
  • Hipertireoidismo,
  • Queimaduras,
  • Doenças crônicas,
  • Uso de carvedilol e laxantes.

A albumina, a proteína mais abundante, é produzida pelo fígado e tem meia-vida de 15 a 19 dias. A relação albumina/globulina deve ser ≥ 1.

Hemólise pode causar elevações falsas.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum não obrigatório (se houver jejum, não exceder 12 horas, pois valores podem diminuir).
Tipo de material: Soro.

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A dosagem de proteínas totais em líquidos biológicos (como líquor, derrames pleurais, ascites etc.) auxilia na avaliação de condições inflamatórias, infecciosas e neoplásicas.

Níveis aumentados ocorrem em:

  • Hemorragia subaracnoide,
  • Meningites,
  • Uremia,
  • Síndrome de Cushing.

Níveis diminuídos ocorrem em:

  • Pseudotumor cerebral,
  • Hipertireoidismo,
  • Punções lombares repetidas.

A presença de sangue no líquor aumenta a proteína proporcionalmente:
➡️ aproximadamente 1 mg/dL para cada 1.000 hemácias.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo: Jejum não obrigatório. Procedimento médico.
Tipo de material: Líquidos corporais.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Mesmas indicações da amostra isolada, porém com maior precisão para quantificação total de perda proteica diária.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.
Para crianças até 10 anos → informar peso e altura.

Preparo:

  • Coletar todo o volume urinário de 24 horas;
  • Desprezar a 1ª urina do dia inicial;
  • Coletar a 1ª urina do dia seguinte;
  • Manter refrigerado desde o início da coleta.

Tipo de material: Urina de 24 horas.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
Em condições normais, o glomérulo impede a passagem de proteínas para a urina.
Pequenas quantidades de albumina podem ser excretadas fisiologicamente.

Proteinúria funcional (benigna):

  • Exercício físico intenso,
  • Exposição ao frio,
  • Gravidez,
  • Proteinúria ortostática.

Proteinúria patológica:

  • Febre,
  • Congestão venosa,
  • Gamopatias monoclonais,
  • Glomerulonefrites,
  • Síndrome nefrótica,
  • Eclâmpsia,
  • Infecção urinária, prostatite, uretrite.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo:

  • Coletar 1ª urina da manhã ou após 4 horas sem urinar;
  • Higienizar genitália;
  • Desprezar o 1º jato e coletar o jato médio;
  • Se coletado em casa, entregar ao laboratório em até 1 hora.

Tipo de material: Urina recente.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
A protoporfirina é uma porfirina insolúvel em água, excretada pela bile nas fezes, ausente na urina.
É útil na suspeita de porfirias com fotossensibilidade aguda sem bolhas, ajudando a distinguir formas cutâneas e neuropsiquiátricas quando analisada junto à coproporfirina.

Elevações ocorrem em:

  • Porfiria Variegata,
  • Protoporfiria Eritropoiética.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.

Preparo:
Não é necessária dieta.
Evitar laxantes, digestivos, supositórios e contraste oral por 3 dias antes e no dia da coleta.
Urinar antes da coleta, se necessário, para evitar contaminação.

Tipo de material: Fezes recentes.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
O PSA livre faz parte da fração não ligada às proteínas plasmáticas. Sua dosagem, em conjunto com o PSA total, é útil especialmente na diferenciação entre hiperplasia prostática benigna (HPB) e câncer de próstata, já que a proporção PSA livre/PSA total tende a ser menor nos tumores malignos.

O PSA é uma protease produzida quase exclusivamente pelas células epiteliais prostáticas, estando em altas concentrações no líquido seminal.

Elevações podem ocorrer em:

  • Prostatite,
  • Hiperplasia prostática benigna,
  • Pós-ejaculação,
  • Pós-toque retal,
  • Massagem prostática,
  • Ultrassom transretal,
  • Cateterismo e instrumentação uretral,
  • Biópsia de próstata,
  • Retenção urinária,
  • Infarto/isquemia prostática.

No acompanhamento, é essencial utilizar o mesmo método laboratorial, e considerar a velocidade do PSA, que pode ajudar a distinguir condições benignas do adenocarcinoma.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio.
Informar uso de medicamentos e responder às perguntas:

  • Realizou toque retal? → aguardar 2 dias;
  • Relação sexual/ejaculação? → aguardar 48 horas;
  • Já operou próstata? Há quanto tempo?
  • Usa medicação para próstata? Qual?

Preparo: Jejum de 4 horas.
Tipo de material: Soro.

 

Local de realização: Laboratório de Análises Clínicas

Indicação clínica:
PSA é uma protease produzida quase exclusivamente pelas células epiteliais prostáticas. É útil para:

  • Detecção de tumores prostáticos,
  • Acompanhamento pós-tratamento,
  • Avaliação de extensão da doença (com cautela),
  • Diferenciação entre prostatite, HPB e carcinoma.

Elevações do PSA podem ocorrer em:

  • Prostatite,
  • Hiperplasia prostática benigna (25–46% dos casos),
  • Após toque retal, ejaculação, massagem prostática, instrumentação uretral, TRUS, biópsia, retenção urinária, isquemia ou infarto prostático.

A velocidade do PSA (taxa de elevação ao longo do tempo) tem utilidade no diagnóstico precoce e diferenciação entre alterações benignas e malignas.

No seguimento, recomenda-se manter o mesmo método laboratorial para comparabilidade de resultados.

Orientações gerais:
Apresentar pedido médico, documento com foto e carteira do convênio. Informar uso de medicamentos.
Se responder “SIM” a qualquer pergunta abaixo, deve-se aguardar o período recomendado:

  • Após toque retal → aguardar 2 dias;
  • Após ejaculação → aguardar 48 horas;
  • Se já fez cirurgia de próstata → informar data;
  • Se está em uso de medicação para próstata → informar qual.

Preparo: Jejum de 4 horas.
Tipo de material: Soro.